• Jubileu de Diamante

Missa dos Santos Óleos

 

Goiânia, 13 de abril de 2017, às 18h

 

Missa reúne o Clero e o povo de Deus em Trindade

 

Como de costume, o arcebispo Dom Washington Cruz concelebrou com os bispos auxiliares, Dom Levi Bonatto e Dom Moacir Arantes, e o Clero da Arquidiocese de Goiânia, na manhã desta Quinta-feira Santa (13), a Missa do Crisma, também conhecida como Missa dos Santos Óleos. Essa celebração tem o objetivo de expressar a comunhão do arcebispo com toda a Arquidiocese. Trata-se também de um tempo intermediário entre o Domingo de Ramos, celebrado no dia 9 de abril, e o Tríduo Pascal, que começou na Missa Vespertina da Ceia do Senhor, também nesta Quinta-feira Santa, na qual é celebrada a instituição da Eucaristia, a instituição do sacerdócio e o mandamento do Senhor sobre a caridade fraterna.

Em sua homilia, o arcebispo comentou que a Missa do Crisma é sempre uma celebração emocionante porque toca o coração da comunidade eclesial e afeta o mais profundo da consciência dos sacerdotes, porque são escolhidos por Cristo para representá-lo em sua Igreja, de modo que, por meio de sua carne e de seu sangue, o Filho do Homem atue na salvação da humanidade.

O arcebispo também se lembrou dos sacerdotes que celebram, neste ano, Jubileu de Ouro de ordenação sacerdotal, mons. João Daiber e o missionário redentorista padre Henrique Sebastião Demartini, e também dos padres que celebram 90, 80, 70, 60 e 50 anos de idade. Dom Washington recordou o falecimento do arcebispo emérito, Dom Antonio Ribeiro, no dia 28 de fevereiro passado, e do padre Valentim Lorenzatto Sobrinho e frei Hilário Domingos Pitt, OFMCap; do diácono Humberto Gusmão dos Santos Botelho, e de seis religiosas consagradas, que partiram para a casa do Pai no último ano.

Comunhão presbiteral

Continuando sua pregação, Dom Washington se referiu aos sacerdotes como “servos do mistério redentor, operado por Cristo, para ir ao encontro de todos quantos experimentam a aflição e lhes anunciar um ano de graça, de misericórdia e de perdão, oferecido gratuitamente por Deus, que é Pai de misericórdia”. E destacou a fala do papa Francisco aos padres, para se empenharem em “não se cansar de proclamar que é preciso sair da zona de conforto, da rotina do cotidiano e ir ao encontro dos que habitam nas periferias geográficas, sociais e culturais”. O padre, ainda conforme as palavras do papa, “não pode ficar parado à espera que alguém o venha procurar e, muito menos, viver alheio ao ministério que lhe foi confiado”. Para que isso aconteça, Dom Washington convocou os irmãos no sacerdócio a se inspirarem no próprio Cristo que, sendo Deus, se fez homem e, sendo mestre, tomou a condição de discípulo e se fez servo de todos.

O arcebispo aproveitou a ocasião também para dizer que é necessário que os padres vivam mais próximos uns dos outros, no contexto da Arquidiocese de Goiânia, constituindo assim o corpo presbiteral que prolonga no tempo e no espaço o ministério apostólico. “Nenhum de nós pode atuar por conta própria. Agimos em nome e na pessoa de Jesus Cristo, enquanto membros dum corpo”, exortou. Ele pediu ainda que os padres observem a unidade com a Igreja, por meio do seu bispo, e pela comunhão com outros padres. Por fim, Dom Washington disse que a Arquidiocese tem se esforçado para criar espaço para fortalecer a comunhão com Deus e com os irmãos de ministério.

Renovação das promessas sacerdotais

Após a homilia do arcebispo, os padres foram convidados a renovar publicamente suas promessas sacerdotais. Em seguida, o arcebispo abençoou os óleos que serão usados, ao longo do ano, nos diversos Sacramentos: o óleo para os catecúmenos, e o óleo para os enfermos, sinal da força que liberta do mal e sustenta na provação da doença. E consagrou o Crisma, óleo misturado com perfumes, para significar o dom do Espírito no Batismo, na Crisma e na Ordem.

Ao fim da celebração, os padres foram presenteados com um Lecionário e um Missal próprio para as Missas de Nossa Senhora, um livreto com os aniversários de todos os padres e diáconos da Arquidiocese e um livreto que contém o Discurso do papa Francisco aos párocos da Diocese de Roma, na Basílica de São João de Latrão, proferido no dia 2 de março deste ano.

Fúlvio Costa


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