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Quarta-feira da 31ª Semana do Tempo Comum

Quarta-feira da 31ª Semana do Tempo Comum

Querida irmã, querido irmão. Escutamos o texto da Carta de São Paulo aos Filipenses, precisamente o capítulo 2, versículos 12

Querida irmã, querido irmão. Escutamos o texto da Carta de São Paulo aos Filipenses, precisamente o capítulo 2, versículos 12 a 18. Neste texto continua a exortação de São Paulo para que os cristãos vivam de acordo com o exemplo de Cristo, trabalhando para a salvação com responsabilidade e alegria, em obediência e como testemunhas luminosas no mundo. Paulo começa com uma exortação à obediência contínua, mesmo em sua ausência: “Trabalhai a vossa salvação com temor e tremor”.

 

Embora a salvação seja um dom de Deus, São Paulo enfatiza que os crentes têm a responsabilidade de vivê-la ativamente. O “temor e tremor” não sugere medo, mas reverência e seriedade diante da grandeza do chamado cristão. No versículo 13, São Paulo assegura que “Deus é quem opera em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade”. A ação de Deus está na base da transformação interior dos crentes. Ele concede tanto o desejo quanto a capacidade de viver de forma que agrada a Ele, reforçando a confiança de que a graça divina sustenta a jornada cristã.

 

São Paulo, então, exorta os crentes a “fazerem todas as coisas sem murmurações nem discussões”. Este é um chamado para uma vida de paz e cooperação, sem reclamações ou contendas. A harmonia dentro da comunidade é essencial para o testemunho cristão e reflete a atitude humilde de Cristo. O objetivo de evitar murmurações e contendas é que os cristãos sejam “irrepreensíveis e puros, filhos de Deus sem defeito no meio de uma geração perversa e corrupta”. Os crentes devem se destacar como “luzes no mundo”, vivendo de maneira diferente da sociedade ao seu redor, iluminando o caminho com seu comportamento e caráter.

 

São Paulo destaca, no versículo 16, a importância de “conservar a palavra da vida”, ou seja, o Evangelho, para que ele possa se gloriar no dia de Cristo, sabendo que não trabalhou em vão. Ele vê o sucesso espiritual dos filipenses como parte de sua própria missão e um motivo de alegria quando Cristo voltar. Finalmente, São Paulo compara seu ministério ao sacrifício, dizendo que se for “derramado como libação” sobre o sacrifício dos filipenses, ele se alegrará e compartilhará essa alegria com eles. Mesmo diante da possibilidade de morte, São Paulo expressa uma profunda alegria no serviço a Deus e no progresso espiritual dos seus irmãos, e exorta-os a também se alegrarem com ele.

 

O texto de Filipenses 2,12-18, hoje meditado, apresenta uma chamada à ação responsável e alegre na vida cristã. São Paulo destaca a necessidade de viver a salvação com reverência e comprometimento, sem divisões, e com uma vida que brilha como luzes no mundo. Ele enfatiza que a força para viver dessa maneira vem de Deus, que opera nos crentes. São Paulo exemplifica a alegria oblativa e oferente que deve caracterizar a vida cristã, mesmo diante de desafios, e encoraja os filipenses a compartilharem dessa mesma alegria no serviço a Deus.

 

 

 

+ Dom João Justino de Medeiros Silva
Arcebispo Metropolitano de Goiânia

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