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Reunião Mensal de Pastoral

Reunião Mensal de Pastoral

Comunhão e Participação a serviço do Evangelho

Reunião Mensal de Pastoral estimula a corresponsabilidade na missão da Igreja

 

No próximo dia 8 de fevereiro, acontecerá, na Cidade da Comunhão (CPDF), a primeira Reunião Mensal de Pastoral do ano, com o estudo da Campanha da Fraternidade 2020, cujo tema é “Fraternidade e Vida: Dom e Compromisso” e o lema “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele” (cf. Lc 10,33-34). A assessoria ficará por conta do subsecretário adjunto geral da CNBB, padre Dirceu de Oliveira Medeiros, da Diocese de São João Del-Rei (MG).

 

Como todos os anos, a primeira Reunião Mensal trata sempre da Campanha da Fraternidade. Segundo padre Vitor Simão, coordenador da Reunião, isso é importante porque prepara os cristãos para o Tempo da Quaresma e os coloca em sintonia com a Igreja no Brasil. “É o momento de iniciarmos o ano em comunhão com a Igreja no Brasil, refletindo o tema da CF e preparando nossas lideranças para abordar a temática em suas comunidades”, afirmou.

 

A escolha justifica-se porque o objetivo da Reunião Mensal de Pastoral, conforme padre Vitor, é proporcionar um espaço de comunhão e unidade. “As Reuniões Mensais são um espaço para refletir a pastoral arquidiocesana em comunhão com o pensamento do nosso arcebispo, que deve então conduzir o rebanho da nossa Arquidiocese. A proposta, portanto, é ser esse espaço de comunhão, de reflexão, para que todas as lideranças de todas as comunidades possam refletir sobre aquilo que a Igreja arquidiocesana e/ou o Brasil vive”, explicou.

 

Ao longo de 2020, diversos outros temas serão explorados, como a Semana Santa, que no ano passado reuniu o maior número de participantes, além do Congresso Eucarístico Arquidiocesano. Para Dom Washington Cruz, “as reuniões buscam expressar esse ânimo e vigor missionário da Igreja frente aos sempre novos desafios que estão presentes no campo da missão”. Além disso, ele afirma que a reunião cumpre também com a função fundamental da comunhão eclesial, “promovendo o encontro entre as pessoas, estimulando a corresponsabilidade na missão da Igreja, cada qual segundo a vocação recebida e o ministério no qual foi investido”. O arcebispo, que sempre preside as reuniões, aproveita para agradecer a todos pelo esforço na realização desse instrumento de evangelização. “Alegro-me muito com o encontro de irmãos que as reuniões mensais favorecem. Ali, a cooperação recíproca para o bem da Igreja é algo sempre presente. Nós, bispos, sinais da unidade da Igreja local, agradecemos a todos os que se empenham pela sua realização.”

 

Padre Vitor também insiste no compromisso das lideranças com a Reunião Mensal de Pastoral, por ser um indispensável espaço de comunhão e unidade arquidiocesano. “A Igreja precisa ser esse sinal de comunhão para uma sociedade um tanto dividida, polarizada, e a Igreja é o corpo de Cristo e precisa ser esse espaço porque somos todos irmãos e a comunhão passa pelo cuidado pastoral. Por isso, nós insistimos muito para que cada liderança da Arquidiocese possa participar da Reunião Mensal de Pastoral e possa viver essa comunhão em cada paróquia e nas comunidades de nossa paróquia”, concluiu.

 

História

A Reunião Mensal de Pastoral que conhecemos e participamos nos dias de hoje, na Cidade da Comunhão (CPDF), é fruto do Encontro Mensal do Clero, que nasceu em 4 de julho de 1957, com o primeiro arcebispo de Goiânia, Dom Fernando Gomes dos Santos. Quando enviou a primeira carta circular aos padres seculares e religiosos, o então arcebispo deixou claro qual seria o sentido de promover esses encontros: “Devemos estreitar, cada vez mais, os laços sagrados que nos unem, para uma ação conjunta capaz de somar a inteligência, a capacidade de trabalho e o espírito apostólico do nosso Clero”.

 

O objetivo era promover reuniões fraternas, com o espírito de fé e caridade, aliado ao desejo sincero e eficaz de mútuo auxílio. Dom Fernando ainda dizia que “as reuniões deveriam proporcionar a todos o bom humor indispensável para recriar o espírito e estimular as lides apostólicas”. Hoje, 60 anos depois, aquelas reuniões com os padres, que a partir de 11 de junho de 1978 passaram a ter também a participação de religiosos e leigos, congregando assim todos os valores da Igreja a caminharem juntos, a serviço do Povo de Deus, continuam com o mesmo espírito: “apresentar temas atuais para discussão e depois acolher as deliberações do arcebispo”.

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